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Botafogo empata e se classifica para às oitavas da Sul-americana

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Na noite desta quinta-feira (29.06), o Botafogo empatou com o Magallanes por 1 a 1, no Estádio Nilton Santos, pela quinta e última rodada da fase de grupos da Sul-Americana.

O gol alvinegro foi marcado por Marlon Freitas, ainda na primeira etapa.

Com este resultado, o Botafogo disputará a vaga para as oitavas de finais da competição internacional com os terceiros colocados dos grupos da Libertadores.

O Glorioso retorna a campo no próximo domingo (02), contra o Vasco da Gama, no Nilton Santos, pelo Campeonato Brasileiro.

FICHA DO JOGO

Data/Horário: 29/07/2023 (Quinta-feira), às 21h
Local: Estádio Nilton Santos

Árbitro: Bismark Santiago (COL)
Assistentes: Sebastian Vela (COL); Richard Ortiz (COL)
Quarto árbitro: Andres Rojas (COL)
VAR: Yadir Acuña (COL)

Amarelos: Gustavo Sauer, Rafael, Tiquinho Soares, Adryelson (BOTAFOGO); Ramirez, Zapata (Magallanes)
Vermelhos: Marlon Freitas (BOTAFOGO); Ramirez (Magallanes)

Gols: Marlon Freitas – 22’/1ºT (BOTAFOGO) e Zapata – 34’/2T (Magallanes)

BOTAFOGO: Lucas Perri; Rafael (Di Plácido), Adryelson (Joel Carli), Victor Cuesta e Hugo; Tchê Tchê (Danilo Barbosa), Marlon Freitas e Eduardo; Gustavo Sauer (Júnior Santos), Victor Sá (Luís Henrique) e Tiquinho Soares. Técnico: Luís Castro.

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Magallanes: Gastón Rodriguez Olivera; Poblete, Acevedo, Berardo, Ramirez; Vásquez (Contreras), Céspedes (Aránguiz); Alfaro Gaete (Zapata), Jorquera, Mariani (Souper); Felipe Flores (Barría). Técnico: Mario Salas.

Fonte: Esportes

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Presidente do Campo Novo vira réu por suposta oferta de R$ 13 mil

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Denúncia foi recebida pelo presidente da Corte Samuel Franco Dalia Neto, no último dia 25 de junho

O presidente do Campo Novo Futebol Clube, Alexsandro de Melo Silva, é réu no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-MT) por suposta manipulação de resultados de jogos em Mato Grosso. Denúncia foi recebida pelo presidente da Corte Samuel Franco Dalia Neto, no último dia 25 de junho e, ontem (21), ocorreu a primeira audiência de instrução e julgamento do caso na sede da Federação Mato-grossense de Futebol, cujo resultado ainda não foi divulgado.

Caso foi remetido ao Tribunal após o presidente do Santa Cruz Esporte Clube confeccionar boletim de ocorrência registrando que teria sido procurado por Alexsandro para “entregar” um jogo em Campo Novo, tendo sido ofertado a ele entre R$ 5 a 8 mil para a execução da empreitada delituosa, sendo que outros R$ 8 mil seriam remetidos para quatro atletas fazerem “corpo mole” durante o duelo entre as equipes, ocorrido em 18 de abril deste ano, pela 2ª Divisão do Estadual.

Além disso, o delegado da partida em que o Sorriso aplicou 9 a 0 contra o Campo Novo, ocorrida em 1º de maio, alegou que Alexsandro lhe disse na beira do gramado que seus jogadores eram aliciados e direcionados a se vender diante da pressão de um possível “comando”, e relacionou isso às casas de apostas (“bets”), acrescentando que não poderia fazer nada a respeito.

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No boletim e em depoimento ao TJD, o presidente do Santa Cruz anotou que Alexsandro teria lhe oferecido “uma coisa boa”, pedindo para entregar o resultado do jogo. Não bastasse, ele relatou que Silva o procurou insistentemente por ligações, além de ter ido até Barra do Bugres para insistir na proposta pessoalmente, alegando que “essas coisas não dão em nada” e que já ocorriam há anos.

Em junho, Alexsandro depôs à Justiça Desportiva. Ele confessou conhecer esquemas de aliciamento de jogadores, engendrado por empresários interessados nas apostas, garantindo que fora intimidado e ameaçado por facções para escalar certos atletas vinculados às supostas fraudes. Acrescentou ainda que não pediu para o presidente do Santa Cruz entregar o duelo, mas apenas teria tentado o alertar sobre os possíveis jogadores e empresários envolvidos. “Isso. Tomar cuidado porque as bets estavam por ali”, disse Silva.

Embora o Auditor Processante tenha considerado que não houve prova de que o resultado de campo foi efetivamente alterado, a Procuradoria da Justiça Desportiva ofereceu denúncia contra ele por infrações formais, sustentando que ele poderia ter incorrido nos artigos 242 e 243-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, os quais penalizam aqueles que derem ou prometerem vantagem indevida ou atuarem para fraudar o resultado.

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A procuradoria considerou que ele atuou como vetor de degradação da integridade esportiva, bem como confessou ao Delegado sua plena ciência e engajamento no aliciamento que ocorria em seu plantel. “Em sede de depoimento perante este Tribunal (fls. 50), o denunciado admitiu os atos de aproximação e suborno, buscando exilar sua responsabilidade sob o pálio de uma suposta coação moral irresistível exercida por organizações criminosas”. Os termos do processo foi obtido com exclusividade pelo Olhar Jurídico.

Diante disso, a procuradoria pede seja aplicada a pena máxima a Alexsandro, com seu banimento do seio do desporto. Ele ainda poderá ter que pagar multa de R$ 100 a R$ 100 mil. Ainda não há julgamento definitivo. Procurado, o presidente do Campo Novo não respondeu o Olhar Jurídico até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto. A Federação Mato-Grossense de Futebol (FMF), por meio do seu presidente Diogo Pécora, garantiu que adotou as providências necessárias e acionou o Tribunal assim que tomou ciência dos fatos.

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